(a) Pipoca… Rock!!!


Mais novidades sobre The Dark Knight (atualizado)
31 Janeiro, 2007, 11:48 pm
Arquivado em: Cinema

 

A cada dia surgem novidades sobre a continuação de Batman Begins, prevista para julho do próximo ano.

Semana passada, o Latino Review (que não costuma errar), confirmou que Katie Holmes não participará do novo filme do Cavaleiro das Trevas, entretanto, sua personagem, a promotora assistente Rachel Dowes, continua na roteiro. 

 Julie Polkes, a porta-voz da atriz, explicou: “Nós não chegamos ao estágio de negociação. Ofereceram o papel a ela, mas Katie não pôde aceitar por conflitos de agenda. Ela já estava negociando para estrelar outro filme”.

Passada a semana, surgiram novos nomes para substituí-la.

A primeira candidata a Rachel Dawes, amiga de infância e interesse romântico de Bruce Wayne, é Rachel McAdams (“Vôo Noturno“). Ela já estaria em processo de negociação. Quem especula é o fan-site Batman-on-Film. A Warner Bros. não se pronunciou sobre o assunto.

Outra que está sendo muito cotada para o papel é a bela londrina Emily Blunt. Em alta desde que atuou em Meu amor de verão e O Diabo veste Prada, ela acaba de ganhar um Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme por “Gideon’s Daughter“.

Outro papel que continua indefinido é o do promotor Harvey Dent (“Duas-Caras“). Segundo o já citado fan-site, Matt Damon teria sido o escolhido do diretor Christopher Nolan para assumir o papel. Porém, Damon não pôde aceitar pois estará participando das filmagens do “Ultimato de Bourne“.

Agora a lista de apostas para assumir o papel é lidarada pelo ator Aaron Eckhart, de “Dália Negra“, que segundo sites americanos, é o favorito no momento. Outros candidatos para assumir o papel do insano promotor são Edward Norton (“Clube da Luta“), Jamie Foxx (“Colateral“), Josh Lucas (“Poseidon“) e Eion Bailey (“Band of Brothers“).

O elenco completo do filme deve sair logo, afinal, o diretor Christopher Nolan e todo sua equipe já começam uma pré-filmagem de “The Dark Knight“ este mês, com a filmagem principal seguindo a partir de março.

  • Por Leo Galiza


  • Lanterninha: Futuro sombrio é destaque em “Filhos da Esperança”
    30 Janeiro, 2007, 1:17 pm
    Arquivado em: Cinema

    Quando você vai assistir um filme que se passa no futuro, você já sabe bem o que esperar. Carros que voam, robôs circulando pelas ruas e coisas do tipo. No entanto, em “Filhos da Esperança” a realidade é totalmente diferente.

    O filme se passa duas décadas à frente e mostra uma realidade onde as mulheres se tornaram inférteis. O filme começa noticiando a morte da pessoa mais nova do mundo, com 18 anos de idade. O iminente fim da raça humana desencadeia uma série de revoltas e uma imagem do futuro assustadora. Literalmente o caos se instaura.

    O bônus da história é mostrar o que acontece quando misteriosamente uma garota aparece grávida. Esse bônus que enriquece tanto a história acaba ao mesmo tempo se tornando seu grande vilão. O roteiro deixa muitas perguntas sem respostas.

    Essa é a única falha notável de “Filhos da Esperança”, que concorrerá ao Oscar de roteiro adaptado, edição e fotografia. Diga-se de passagem, o diretor e co-roteirista Alfonso Cuarón (“Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”) merecia ser indicado também pela sua direção.

    Seu trabalho à frente do filme é impecável. Ele cria com maestria um ambiente frio e sem esperança. E promove ainda por cima seqüências de ação fantásticas. Ao assistir o filme, note por exemplo, na seqüência em que o personagem vivido por Clive Owen tenta entrar num prédio que está sendo alvejado. Aos descuidados pode passar batido, mas a cena que deve durar cerca de 3 ou 4 minutos é feita ininterruptamente, sem cortes. A cena é de uma complexidade inimaginável (só vendo para perceber) e Cuarón a usa para criar um dos pontos altos do filme.

    O elenco também funciona muito bem. Encabeçado pelo cara de poucos amigos, Clive Owen, no filme destaca-se também Michael Caine, num papel pequeno, mas marcante. Por esses motivos, mas principalmente por ser um filme que faz refletir, “Filhos da Esperança” é essencial.

    * Trailer aqui.

  • Por Fábio Vasques


  • Albumania: “Smoke & Mirrors” – The Datsuns
    29 Janeiro, 2007, 11:43 am
    Arquivado em: Música

    Nos últimos anos, a crítica especializada vem seguindo uma espécie de cartilha pronta: certa banda nova faz um som interessante, ganha um espaço temporário na mídia como a “salvação do rock“, lança seu segundo álbum, o qual é mais fraco do que o primeiro (salve raras exceções), e por fim a banda acaba, ou lança álbuns cada vez mais decadentes e ignoráveis. Entre tais “sorteados”, temos o The Datsuns, banda que teve seu momento de fama com seu álbum de estréia em 2002, foi reprovada com o seu segundo álbum “Outta Sight/Outta Mind” (2004), e agora está sendo simplesmente ignorada, graças ao seu novo álbum “Smoke & Mirrors” (2006). A regra dos críticos foi bem aplicada neste caso? Resposta: não!

    Diretamente da Nova Zelândia, o The Datsuns despontou para o mundo com seu álbum “The Datsuns” (2002), que trazia um rock ‘n’ roll vigoroso, elétrico, veloz, e com um dos vocais “berrados” mais interessantes da atualidade, cortesia do carismático vocalista Dolf. O segundo álbum, “Outta Sight/Outta Mind” (2004), indica uma vontade de seguir o mesmo caminho da maioria das bandas alternativas, em busca de um som próprio. Com “Smoke & Mirrors“, temos a leve impressão de que a banda finalmente encontrou seu som. Mas, se a idéia era reinventar a roda, alguém precisa avisá-los que seu som atual lembra um Supergrass mais rock ‘n’ roll, especialmente no vocal e backing vocais “esquisitos”.

    O álbum abre com a acelerada “Who Are You Stamping Your Foor For?“, mostrando o tal estilo “Supergrass frenético”, que também poderá ser notado nas faixas “Maximum Heartbreak” (uma espécie de faixa-título, visto que cita “Smoke & Mirrors” em sua letra) e “Such a Pretty Curse“. O principal single do álbum, “System Overload“, lembra bastante algum proto-punk do início dos anos 70, com uma bateria limitada a fortes batidas na caixa, e um refrão explosivo (quase literalmente): “Countdown to explode, system overload!”

    A psicodélica “Waiting for Your Time to Come” (um pouco mais de Supergrass?), juntamente com a ótima e criativa “Stuck Here for Days“, são as faixas mais eletro-acústicas do álbum, e encontram-se quase coladas, indicando um setor mais maduro dos Datsuns, e abrindo novas portas para o som da banda. Temos também duas faixas que mostram bem o novo direcionamento melódico da banda: “Blood Red” e “Emperor’s New Clothes“, ambas apenas aceitáveis, nada mais do que isso.

    E o título de melhor faixa do álbum vai para “All Aboard“, um ótimo rock cadenciado, recheado de slides de guitarra, e bem acompanhado por backing vocais em um estilo meio gospel. Por incrível que pareça, é a faixa que mais lembra a proposta rock ‘n’ roll do primeiro álbum da banda. Outro grande destaque é a última faixa, “Too Little Fire“, a qual merece atenção especial, por ser a maior e mais ousada música do álbum. São mais de 7 minutos de uma viagem um tanto psicodélica, que vai de encontro à proposta simples e direta da maioria das faixas do álbum.

    Como citado antes, o estilo geral de “Smoke & Mirrors” não é a coisa mais original do mundo. Sem contar que seu novo som pode lembrar mais as bandas alternativas atuais, enquanto que o rock “basicão” do primeiro álbum ainda se mantém pouco reutilizado atualmente. Mas, colocando as semelhanças com outras bandas de lado, o The Datsuns continua em forma em termos de qualidade musical, e com certeza terá mais respeito entre a “crítica especializada”, quando esta se livrar da sua cartilha atual. Quem sabe daqui a alguns anos…

    Nota: 7

    Músicas:

    1. Who Are You Stamping Your Foor For?
    2. System Overload *
    3. Waiting for Your Time to Come
    4. Stuck Here for Days
    5. Maximum Heartbreak
    6. All Aboard
    7. Such a Pretty Curse
    8. Blood Red
    9. Emperor’s New Clothes
    10. Too Little Fire

    * Clique para ver um vídeo.

    Vídeo de “Motherf*cker From Hell” ver aqui (não é do último álbum mais serve como referência).

  • Por Fábio Cavalcanti


  • Top 10 EUA: Nova comédia pastelão estréia na liderança
    28 Janeiro, 2007, 11:07 pm
    Arquivado em: Cinema

    Parece que estamos amaldiçoados a todo ano receber uma comédia pastelão que satiriza as últimas grandes produções. E dada a estréia na liderança de “Epic Movie”, o gênero deve ter vida longa. O filme que satiriza “Piratas do Caribe”, “Borat”, “Serpentes à Bordo”, “X-Men”, entre outros, foi massacrado pela crítica, mas mesmo assim arrecadou US$ 19mi em sua estréia.

    O segundo colocado pertenceu à outra estréia, o thrillerSmokin’ Aces”, protagonizado por Ben Affleck, Andy Garcia e Ryan Reynolds. O filme é dirigido por Joe Carnahan, que foi convidado por Tom Cruise para fazer “M:I:III”, mas recusou a oferta. Outra estréia da semana, a comédia “Catch And Release”, protagonizada por Jennifer Garner, teve estréia decepcionante. O filme foi o quarto colocado e só arrecadou US$ 8mi.

    A segunda metade da lista dos dez filmes mais vistos nos EUA foi recheada de filmes indicados ao Oscar, certamente um reflexo das indicações que saíram nessa semana.

    Dreamgirls”, que foi o mais indicado, ficou em sexto lugar, seguido pelo drama que rendeu a segunda indicação da carreira de Will Smith, “À Procura da Felicidade”. À partir da próxima sexta-feira os brasileiros poderão conferir a performance de Smith nos cinemas. Confira na véspera a crítica exclusiva do filme aqui no Pipoca.

    O oitavo colocado foi o favorito para o prêmio de filme estrangeiro desse ano. O mexicano “O Labirinto do Fauno” já arrecadou US$16mi em sua carreira pelos EUA. Em seguida aparece o ótimo drama “A Rainha”, que disputa o Oscar de melhor filme. O filme, feito originalmente para a TV, já fez impressionantes US$ 41mi nas bilheterias americanas.

    Fechando a lista, aparece o suspense “The Hitcher”, que foi a estréia da semana passada. O filme protagonizado por Sean Bean e Sophia Bush fez apenas US$ 3,6mi em sua despedida do ranking.

    * Veja o trailer de “Epic Movie” aqui.

  • Por Fábio Vasques


  • Radioativo: “Myths of the Near Future” – Klaxons
    28 Janeiro, 2007, 11:22 am
    Arquivado em: Música

    E o debut do Klaxons já caiu na rede. Bem, já era de se esperar que mais cedo ou mais tarde isso viesse a ocorrer, afinal, os fãs já conheciam mais da metade do álbum antes de ser anunciado seu lançamento. Mas, e aí? É realmente aquilo tudo que andaram pintando?

    A resposta é não. “Myths of the Near Future” não é isso tudo. Mas também não chega a decepcionar. O disco dos britânicos tem ótimos momentos. Quem abre o álbum é a faixa “Two Receivers“, música eletrônica que já dá o tom do que está por vir. “Atlantis to Interzone“, velha conhecida dos fãs (e a mais dançante de todo disco) deve ser um hit. Tá um pouco diferente da versão original. Na minha opinião ficou melhor.

    O primeiro single, “Golden Skans“, é uma faixa mais devagar, porém continua eletrônica. As novatas “Above” e “So Below” seguem a linha de “Golden Skans“, mas com uma maior quantidade de batidas e efeitos eletrônicos. “It’s Not Over Yet“, traz de volta as sirenes de “Atlantis to Interzone” de uma forma mais sutil. “Magick“, a clássica do caras por ser a mais famosa, tá do mesmo jeitinho que sai no single. Esquisita e irresistível. “Four Horseman of 2012” finaliza bem o álbum, apesar de seus mais de 15 minutos “muda” para no fim aparecerem efeitos estranhos.

    No fim das contas, a grande sacada dos caras foi misturar o indie rock atual com a música eletrônica. Deu um resultado legal. Segundo o próprio Jamie Reynolds, um dos vocalistas da banda, eles chegaram a esse resultado após muito consumo de drogas…

    Myths of the Near Future” não vai ser unanimidade, fato. Tem gente que irá odiar, tem gente que irá amar, tem gente que nem importância dará :-p Porém, uma coisa todos devem fazer: ouvir o disco para tirar suas próprias conclusões.

    Aprovado!

    * O álbum tem lançamento previsto para o Brasil ainda no primeiro semestre de 2007 por uma grande gravadora.

    OBS: Alguém já percebeu como o site deles é tosco?

    Faixas:

    1. Two Receivers
    2. Atlantis To Interzone
    3. Golden Skans *
    4. Totem on the Timeline
    5. As Above So Below
    6. Isle Of Her
    7. Gravity’s Rainbow
    8. Forgotten Works
    9. Magick *
    10. It’s Not Over Yet *
    11. Four Horsemen Of 2012 / (Untitled)

    * Clique para ver um vídeo.

  • Por Leo Galiza


  • Assista agora um show do Metallica!
    27 Janeiro, 2007, 12:08 pm
    Arquivado em: Música

    Esta aqui é para os fãs do Metallica! O site Google Vídeo está disponibilizando a apresentação completa que os caras fizeram durante o festival alemão Rock am Ring, em junho do ano passado. O setlist contempla a execução na íntegra do disco “Master of Puppets“. Para assistir o vídeo é só clicar aqui.

    A lista das canções do show segue abaixo:

    01. Creeping Death
    02. Fuel
    03. Wherever I May Roam
    04. For Whom the Bell Tolls
    05. Fade to Black
    06. Battery
    07. Master of Puppets
    08. The Thing That Should Not Be
    09. Welcome Home (Sanitarium)
    10. Disposable Heroes
    11. Leper Messiah
    12. Orion
    13. Damage Inc.

    Bis 1:
    14. Sad But True
    15. Nothing Else Matters
    16. One
    17. Enter Sandman

    Bis 2:
    18. Last Caress
    19. Seek and Destroy

  • Por Leo Galiza


  • Lanterninha: “Diamante de Sangue” mostra DiCaprio à lá Indiana Jones
    26 Janeiro, 2007, 1:13 pm
    Arquivado em: Cinema

    Filmes ambientados na África costumeiramente geram boas histórias. E quando se tem como tema a exploração ilegal de diamantes, algo de conhecimento público e recente, pode-se esperar algo muito bom. Junte aí um diretor sério, Edward Zwick (“O Último Samurai”) e está feita a receita para um filme inesquecível.

    No entanto, “Diamante de Sangue” desliza feio em se esquecer do aspecto sócio-político do tema e virar uma mera aventura na África. A caça a um diamante vira o combustível do filme e, convenhamos, essa história é mais do que batida.

    Obviamente há sim a denúncia contra as Forças Revolucionárias, que oprimem o povo e que trabalham de mãos dadas, mesmo que indiretamente, com os grandes comerciantes de diamantes do mundo. Mas em momentos determinantes da trama, o filme prefere a aventura à denúncia.

    Leonardo DiCaprio interpreta um mercenário sul-africano que é o elo entre as Forças e os comerciantes de diamantes. Faz o típico anti-herói, mas que todo mundo sabe que no fundo, tem bom coração. A interpretação de DiCaprio, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar nesse ano, é consistente. Preconceitos e brincadeiras à parte, é inegável que DiCaprio é bom ator e, mesmo que não seja o melhor entre os cinco atores indicados desse ano, tem grandes chances de levar a cobiçada estatueta.

    Atuação por atuação, a do africano Djimon Hounsou (já indicado ao Oscar por “Terra dos Sonhos”) é mais marcante e tem a cara de seu personagem. Sua indicação esse ano foi mais do que justa. O que se lamenta, no entanto, é o papel de Jennifer Connelly. Sua personagem, apesar de ter uma importância na trama, tem um papel muito pequeno e parece ter sido encaixado à força no roteiro para que lá houvesse alguma presença feminina.

    Diamante de Sangue” opta por ser mais comercial do que cerebral, o que talvez justifique sua ausência na lista de indicados à melhor filme desse ano do Oscar. A decisão se mostrou errada, porque além disso, o filme também foi mal de bilheteria. Vale ser visto e só.

    * Trailer aqui.

  • Por Fábio Vasques


  • Lanterninha: “Efeito Borboleta 2” não existe!
    25 Janeiro, 2007, 11:39 am
    Arquivado em: Cinema

    Certas seqüências não deveriam existir. Não porque seus filmes originais tenham sido fracos, mas pelo simples fato de que não há a menor necessidade de se continuar uma história que não precisa de continuação. Vide, por exemplo, a agora trilogia “Premonição”. O primeiro filme não era nada de espetacular, mas tinha uma idéia diferente. Fez uma bilheteria razoável e pronto, já virou franquia.

    O mesmo se dá aqui com o filme de 2004, protagonizado por Ashton Kutcher. A idéia do primeiro “Efeito Borboleta” não era de todo original, já que o tema ainda era viagem no tempo. A sacada foi focar as conseqüências que simples atos podem trazer ao futuro. Quem viu o primeiro filme sabe que esse argumento foi bem explorado. Desde que anunciaram que um segundo “Efeito Borboleta” seria feito, a pergunta que não saiu da minha cabeça foi: “Por quê?”

    E na inocente esperança de encontrar alguma resposta a essa pergunta, fui assistir esse filme, que foi lançado diretamente em DVD nos Estados Unidos. Após seus 92 minutos, fica evidente o óbvio: o filme é um mero caça-níquel que se aproveita de um razoável sucesso anterior.

    Vemos aqui a simples repetição da história, só que com atores bem menos carismáticos, uma história bem menos interessante e uma produção bem menos cuidadosa.

    Por esses e outros fatores é melhor pensar que “Efeito Borboleta 2” não existe. Essa seqüência só diminui a importância do primeiro filme. Se, assim como o protagonista, eu tivesse a capacidade de voltar no tempo e alterar o futuro, teria melhor aproveitado o tempo gasto vendo esse filme desnecessário.

    * Trailer aqui.

  • Por Fábio Vasques


  • Rapidinhas: Superman + Mike Tyson + Novos Shows no Brasil
    24 Janeiro, 2007, 3:07 pm
    Arquivado em: Cinema, Música, Outros

    => Em entrevista ao talk show de David Letterman, Kevin Spacey, o Lex Luthor de “Superman – O Retorno“, falou sobre a continuação do filme: “Nós vamos começar a preparar o próximo. O primeiro foi divertido, e eu até gostei de raspar o cabelo todo dia“, comentou. As filmagens começam em janeiro ou fevereiro do ano que vem. O filme deve sair na metade de 2009.

    => O decadente ex-boxeador Mike Tyson, teria pedido ao Stallone para participar do novo “Rocky“, de acordo com o site Globoesporte.com. Entretanto, o “Rambo” preferiu dizer “não” ao ex-campeão por não achar a idéia muito boa. Tyson, depois que abandonou os ringues, só se meteu em encrenca. Após algumas confusões com drogas e prisões, criou a “Mike Tyson’s World Tour“, onde lutará com celebridades e até mulheres pelo mundo todo. Ainda segundo o Globoesporte.com, o cantor de 66 anos Tom Jones, será um dos adversários. Medo… 0.o

    => O site ClickRBS está divulgando datas de shows que ocorrerão em Porto Alegre durante este ano. No dia 21 de março, no Gigantinho, Pet Shop Boys. E, agora a surpresa: Segundo o site, Bob Dylan, The Police (com a formação clássica) Cypress Hill e (antes do “Chinese Democracy“), Guns N’ Roses tocarão na cidade ainda em 2007! Será?

  • Por Leo Galiza


  • Coachella 2007 vem aí!
    24 Janeiro, 2007, 12:04 am
    Arquivado em: Música

    Nesta semana começa a venda dos ingressos de um dos maiores festivais de música do mundo, o Coachella. O festival que tem mais de 70 atrações será realizado nos dias 27, 28 e 29 de Abril, com destaque para os shows da islandesa Björk, The Jesus and Mary Chain, e a volta do Rage Against The Machine.

    O festival ainda conta com a presença da banda americana Kings of Leon, que apresentarão músicas do 3º álbum ainda não lançado, também da banda canadense Arcade Fire, dos caras do Interpol, Kaiser Chiefs, Sonic Youth, Air e além disso, da banda brasileira totalmente hypada Cansei de Ser Sexy.

    Para ver todas as atrações, é só dar uma clicada no link abaixo.

    => www.coachella.com

  • Por Nathi Pontes